1 Ouvi o que diz o Senhor: ‘Levanta-te, convoca um julgamento perante os montes e faze que as colinas ouçam tua voz’.
2 Ouvi, montes, as razões do Senhor em juízo, escutai-o, fundamentos da terra; a pendência do Senhor é com seu povo, ele disputa em juízo contra Israel.
3 ’Povo meu, que é que te fiz? Em que te fui penoso? Responde-me.
4 Eu te retirei da terra do Egito e te libertei da casa de servidão, e pus à tua frente Moisés, Aarão e Maria.
6 ’Que oferta farei ao Senhor, digna dele, ao ajoelhar-me diante do Deus altíssimo? Acaso oferecerei holocaustos e novilhos de um ano?
7 Acaso agradam ao Senhor carneiros aos milhares, e torrentes de óleo? Porventura ofertaria eu o meu primogênito, por um crime meu, o fruto do meu sangue pelos pecados da minha vida?’
8 Foi-te revelado, ó homem, o que é o bem, e o que o Senhor exige de ti: principalmente praticar a justiça e amar a misericórdia, e caminhar solícito com teu Deus.
"FOI TE REVELADO, Ó HOMEM, O QUE É BOM E O QUE DEUS EXIGE DE TI..."
"Principalmente praticar a justiça e amar a misericórdia e caminhar solícito e humilde com o teu Deus!" O trecho que, hoje, meditamos parece como que um justo desabafo de Deus pela traição do seu povo; desabafo que é expressão do seu amor apaixonado, que nunca desiste. Deus não precisa e nem quer atos de cultos exteriores... não quer "coisas" quer "você"! Quer o teu coração, quer de nós uma vida de fidelidade, de amor, de humildade. A vida não é feita de grandes coisas, mas desse caminhar calmo, constante, humilde de mão dada com Deus.