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As casas de Acolhida: 

“Família para quem não tem família”

A casa de acolhida é uma simples residência familiar, onde um “ex-irmão de rua”, “restaurado”, membro de vida (“Raio interno”) da Missão Belém, acolhe outros “irmãos de rua” que acabaram de sair desse mundo, em vista de uma experiência de vivência do Evangelho. Com sua humilde metodologia, a Missão Belém acolheu, nesses 16 anos 80.000 pessoas da rua (em 120.000 acolhimentos, que significam 8 milhões de diárias). Tudo isso é feito à luz do carisma “evangélico” próprio da Missão Belém na sua missão específica com os “pobres”.

O que eram Maria, José e Jesus na gruta de Belém senão uma família no meio dos pobres? Assim desejamos ser nós: uma pobre família para quem família não tem.  

Queremos oferecer aos pobres o calor de uma família, um abraço, um sorriso. A primeira atitude, quando um pobre irmão de rua entra nas nossas casas, não é dizer: “Mostre seus documentos!”, mas dar um simples abraço, oferecer-lhe um banho, um prato de comida, uma cama limpa... Depois estar com ele e escutá-lo. E o mais interessante é o fato que sejam ex-irmãos de rua que fazem isso! Pessoas que vêm do mesmo inferno, que conhecem os sofrimentos e as humilhações da rua, tanto quanto o novo irmão que está chegando. Esse é o motivo pelo qual, vários decidem ficar como membros internos e, hoje, temos 180 casas-família de acolhida. Isso significa 180 “irmãos-pais”, que acolhem cada um de 10 a 12 pessoas, que antes estavam na rua. Assim a Missão Belém caminha, com os pés dos pobres, sem pedir um centavo aos órgãos públicos.

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